Com IBS e CBS, erros na emissão deixam de ser detalhe operacional e passam a impactar diretamente a saúde fiscal e financeira das empresas.
A partir de 2026, a emissão de notas fiscais no Brasil passa por uma das transformações mais relevantes das últimas décadas. Com a Reforma Tributária do Consumo, entram em vigor mudanças na lógica de apuração, registro e controle dos tributos sobre bens e serviços. Dessa forma, emitir um documento deixa de ser apenas uma obrigação burocrática e passa a ocupar um papel estratégico na gestão financeira e fiscal das empresas.
Embora o novo modelo seja implementado de forma gradual, o movimento já exige atenção redobrada de micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), assim como de prestadores de serviço. Isso porque a nota fiscal se torna o principal instrumento de integração entre operação, tributação e fiscalização.
As empresas precisarão se adaptar a uma nova lógica, que exige o destaque dos novos tributos, a apuração correta dos valores conforme as regras do novo sistema e o registro dessas informações de forma estruturada e padronizada, garantindo integração com os sistemas da Receita Federal e dos fiscos estaduais e municipais.
Fonte: Portal Contábeis
Foto: Pixabay
Leia mais:
Receita Federal convoca empresas a regularizarem pendências de obrigações acessórias


