Até 2028, mais da metade das empresas deixará de pagar por inteligência assistiva (como copilotos e consultores inteligentes) e, em vez disso, dará preferência a plataformas que se comprometam com resultados no fluxo de trabalho, de acordo com o Gartner, Inc., empresa de insights de negócios e tecnologia.
Nesse modelo emergente, os seres humanos passam de realizar tarefas com softwares procedurais para supervisionar sistemas inteligentes que executam essas tarefas em seu nome.
A distinção não reside no fato de a Inteligência Artificial (IA) ser ou não um recurso, mas sim em saber se ela possui autoridade delegada para acionar ações em sistemas corporativos, dentro das restrições de políticas e identidade.
Fonte: Ti Inside
Foto: Pixabay
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