Empresas do Simples precisam decidir seu futuro até setembro

Empresas do Simples precisam decidir seu futuro até setembro

Reforma tributária impõe grandes desafios aos pequenos negócios. Lição de casa até 2027 inclui simulação de cenários com regime híbrido, atualização de softwares e gestão de fornecedores

Empresas do Simples Nacional têm até setembro para fazer a opção pelo regime híbrido – permite recolher os novos CBS e IBS fora da guia única de tributos (DAS) – e, com isso, gerarem créditos integrais a outras empresas a partir de 2027, quando o novo sistema tributário começar a rodar.

De acordo com especialistas, o regime híbrido tende a ser o mais indicado para as empresas que vendem produtos e serviços para pessoas jurídicas (modelo B2B), mas é preciso realizar simulações com base nas características do negócio, principalmente o perfil de clientes e fornecedores.

Por ora, na fase de testes, as micro e pequenas empresas estão dispensadas das novas obrigações acessórias. Mas é extensa a lista de tarefas a serem realizadas até janeiro de 2027, quando a CBS começa a ser cobrada no lugar do PIS/Cofins.

A urgência de se adequar à reforma tributária não nasce apenas da burocracia, mas da competitividade. Na avaliação de especialistas, quem não entender o novo sistema de créditos e a dinâmica da cobrança do IBS/CBS corre o risco de se tornar um elo invisível ou caro demais nas cadeias produtivas.

Foto: Pixabay

 Fonte: Diário do Comércio

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