Estudo aponta os impactos negativos da não atualização do Simples Nacional

Estudo aponta os impactos negativos da não atualização do Simples Nacional

A Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (FENACON), entidade que representa cerca de 400 mil empresas dos diversos segmentos do setor de serviços, está apoiando e trabalhando para o êxito da campanha “Atualiza Simples Nacional”, liderada pelo Sindha (Sindicato de Hospedagem e Alimentação de Porto Alegre e Região), que contratou um estudo, junto à Escola de Negócios da PUC/RS, sobre os impactos negativos causados pela não atualização da tabela do Simples Nacional. Para a FENACON, a atualização beneficiaria a economia brasileira, principalmente em relação à geração de empregos. 

Regime tributário criado pela Lei Complementar nº 123 de 2006, o Simples Nacional visa amenizar as dificuldades das micro e pequenas empresas, ao facilitar o recolhimento dos impostos pertinentes e simplificar obrigações acessórias. 

Segundo o diretor legislativo da FENACON, Diogo Chamun, a atualização é uma questão de justiça, já que os preços de bens e serviços são atualizados pela inflação e as empresas acabam pagando mais impostos em função da tabela não ser atualizada desde 2018.

“O congelamento da tabela onera diretamente as empresas, visto que os preços são atualizados pela inflação e o imposto recolhido aumenta, mesmo sem ganho real. Ressalte-se que o Simples Nacional é uma forma de tributação diferenciada para as micro e pequenas empresas. Essas empresas têm um papel fundamental para a nossa economia, com geração expressiva de empregos. Segundo o estudo, em torno de 22% dos empregos no Brasil são em empresas optantes do Simples Nacional”, destaca.

Fonte: JBA Notícias

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