Reforma tributária exige nova linguagem comercial e põe fim ao “abrigo automático” do Simples Nacional

Reforma tributária exige nova linguagem comercial e põe fim ao “abrigo automático” do Simples Nacional

Live da CNC debate como o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição (CBS) e o Imposto Seletivo (IS) impõem um novo modelo de negócios para as empresas no País

A terceira live da série Reforma Tributária na Prática, promovida pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) na quinta-feira (21), falou sobre as mudanças no Simples Nacional que vão muito além do cálculo de impostos, transformando-se em uma questão de sobrevivência e competitividade das empresas brasileiras. A transmissão, ao vivo, contou com a participação do professor da Faculdade Mackenzie, da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e coordenador da Comissão de Assuntos Tributários do Conselho Regional de Contabilidade (CRC-RJ), José Miguel Rodrigues.

“Trata-se da maior mudança que o Simples Nacional já viveu até hoje, desde a sua existência”, afirma Rodrigues. Segundo o professor, a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) impõe um novo modelo de negócio. “Agora, a pergunta já não é mais quanto vou pagar de tributo, e sim o regime tributário me ajuda ou me atrapalha a vender?”, esclareceu.

Fonte: CNC

Foto: Reprodução

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